segunda-feira, 7 de julho de 2014

Escritoralunos Padrão FIFA de Escrita II: Mais Memórias do Brasil em Copas do Mundo

Pra ganhar o Selo de Qualidade Padrão FIFA de Escrita não é fácil não! Sou professor-escritor-técnico marrento, pra ser titular na Seleção de Escritoralunos, tem que treinar, vencer as limitações e brilhar! Ontem, postei alguns textos de memórias da Copa escritos pela Seleção Brasileira de Escritoralunos do 8.º Ano B da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva, de Teresópolis/RJ, porém vários ficaram de fora, com potencial, mas ainda com o desempenho abaixo do esperado. Mas alguns destes não se renderam, treinaram, revisaram seus textos, criaram grandes jogadas com as palavras, ganharam o Selo de Qualidade Padrão FIFA de Escrita, e, consequentemente, estão hoje brilhando no blog!
Confiram, amigos leitores, mais 3 textos de memórias da talentosa Seleção Brasileira de Escritoralunos da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva, três visões sobre a terrível virada que levamos da Holanda na Copa do Mundo de 2010 e, mesmo nessa dolorosa derrota,  reencontre mais uma vez as letras vitoriosas da escrita-arte, do talento, da emoção, muito além dos gramados, bem próximas de nossos olhos e de nossos corações!

O dia mais tenso de minha vida

            Do jogo das quartas de final da Copa do Mundo de 2010, lembro quando Robinho fez o gol, ah, como eu pulei de alegria! Mas depois o clima foi ficando tenso...
            Veio o primeiro gol da Holanda e continuou o jogo cada vez mais tenso... O atacante holandês Sneijder fez outro gol, mas eu tinha esperanças de que o Brasil poderia virar o jogo.
            Mas o tempo foi passando e o juiz apitou o fim do jogo. O Brasil foi eliminado por uma falha do goleiro Júlio César. E a Holanda, vitoriosa sobre nós, foi mais uma vez vice-campeã do mundo.
(escrito por Letícia Moura de Assis, baseada nas memórias de Alessandro Moura)

Um adeus doloroso

            Na Copa do Mundo de 2010, todos achavam que o Brasil seria o primeiro time a ganhar seis vezes o título mundial. No jogo das quartas de final contra a Holanda, cantamos o Hino Nacional e ouvimos o hino holandês.
            O juiz apitou, começou o jogo. Robinho marcou o gol do Brasil. Opa, um pênalti a nosso favor e o juiz não deu. Fim do primeiro tempo.
Chega ao fim o intervalo e o juiz apita o início do segundo tempo. A Holanda logo empatou o jogo com um gol de Sneijder. Chegando ao fim do segundo tempo, já roendo as unhas de tanto nervosismo que eu estava, vi o Sneijder marcar o segundo gol da Holanda e eu quebrei um copo de tanta ansiedade.
Tr~es minutos de acréscimo, os três minutos mais longos da minha vida toda, o juiz apita o fim do jogo, eu não acreditava, estava pasmo, a torcida quieta e os fogos que o meu tio comprou pra soltar quando o Brasil ganhasse? Não soltou, parecia que o mundo perdia algo, tudo quieto, nem os passarinhos cantaram. Eu queria que a luz tivesse acabado antes, para que não visse o jogo, pois foi minha decepção, um adeus doloroso à Copa, um adeus ao hexa.
(escrito por Vitor Gonçalves Flores, baseado em suas próprias memórias)

O jogo que me arrasou

            Eu me lembro do jogo do Brasil contra a Holanda nas quartas de final da Copa do Mundo de 2010... 
Quando o Brasil fez o gol, pulei e gritei de alegria! Depois, já no início do segundo tempo, eu saí da sala para ir ao banheiro. Quando voltei, a Holanda tinha empatado. Então comecei a ficar preocupado. Algum tempo depois, a Holanda virou o jogo. Fiquei confiante que o Brasil iria virar o jogo pra cima da Holanda, mas o juiz apitou o fim do jogo.
Fiquei bem triste, até porque tinha apostado 20 reais com meu amigo que o Brasil ganharia o jogo. Além de ter perdido a aposta, o Brasil perdeu de virada para a Holanda...
Quem sabe eu veja o Brasil ganhar esse ano? Eu espero que ganhe, né?
(escrito por Anderson Gonçalves, baseado em suas próprias memórias)


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