sábado, 5 de julho de 2014

Cem Poemetos de Solidão: Poemeto LXXII

LXXII

O câncer linfático que eu tive ninguém aceitou de presente. Já o meu personagem fantástico doente que eu não ofereço pra ninguém todo homem são e de bem põe as garras de desejo.


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