quarta-feira, 6 de junho de 2012

Velhos poemas juvenis: Amante inconstante

Hoje publico mais um velho poema juvenil, publicado em meu terceiro livro "Note or not ser" (2001). Fala sobre o amor, a inconstância de cada um (principalmente na adolescência de nossos sentimentos) e a mistura de ritmos que todo esse ardor gera em nós:


Amante inconstante

Se numa hora ouço rock,
Em outra ouço bolero;
Nem sempre gritar é tudo que eu quero.

Se hoje não lhe der nem um toque,
Amanhã a quero;
Nem sempre você é tudo que espero.

Se numa hora a amo,
Em outra a odeio
E, nas horas restantes, só tenho medo,
Pois um amor tão grande
Não cabe em seu coração pequeno...
Desculpe se me ver chorar:
Não sou tão perigoso
Quanto pareço.

2 comentários:

  1. Nossa guri

    mandou muito bem

    envolvente apaixonante

    ameiiii

    bjim

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  2. Gostei muito. A adolescência nunca nos abandona, por mais que desejamos deixá-la.

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