quinta-feira, 5 de março de 2015

Na Cinza das Horas, o Carnarock fora de época do Sarau Solidões Coletivas foi pura folia lírica!

Yeah, amigos leitores, conforme informamos no final do ano passado, incentivado pela mais-que-fodástica bibliotecária Márcia Cristina, o Sarau Solidões Coletivas retornou à Biblioteca Municipal D. Pedro II, em Valença/RJ (Rua Padre Luna, 68, sl. 101, Centro, em frente ao Shopping 99), bem depois das cinzas do carnaval, no dia 28/02, a partir das 18h, com o Sarau NA CINZA DAS HORAS, O CARNAROCK FORA DE ÉPOCA DO SARAU SOLIDÕES COLETIVAS - O CARNAVAL DE BANDEIRA E DO BARÃO VERMELHO NA FOLIA EM PRETO E BRANCO DE CARLITOS. 
O evento foi em tributo poético aos 101 anos de Carlitos (o personagem, criado pelo genial Charles Chaplin, estreou no cinema em 14 de fevereiro de 1914), ao poeta Manuel Bandeira e à saudosa banda de rock brasileira Barão Vermelho (da qual fizeram parte Cazuza, Frejat, entre outros) e contou com a participação super-especial do fodástico professor-poetatletamigo “medalha de ouro” Genaldo Lial DA Silva, de Mesquita/RJ (que, além de abrilhantar o nosso tradicional movimento artístico de contracultura, ainda aproveitou sua visita à Valença para correr de manhã na prova de 25km da etapa APTR Valença 2015, pasmem, de sandália!).
Nesse evento, ainda contamos com as apresentações do Mestre dos Mestres Gilson Gabriel (com a obra-prima “Eternizado”, já publicado aqui no blog, e outros poemas), Wagner Monteiro (mostrando todas as suas faces poéticas com poemas confessionais, viscerais e românticos), minha eterna musa fodástica Juliana Guida Maia (declamando poemas de Bandeira, canções de Chico Buarque de Hollanda, entre outros), Leticia Corrêa (com poemas fascinantes, demonstrando um lirismo cada vez mais maduro), Patricia Correa (sempre brilhando nos saraus), Lucimauro Leite, Ana Vaz (os dois últimos declamando os poemas da caixinha poética que a genial bibliotecária Marcia Cristina dispõe para os visitantes da Biblioteca), a sempre surpreendente, fascinante e empolgada Luana Cavalera, a eterna divamiga Nicia Cadinelli (anunciando seu próximo livro, a ser lançado em breve), Raquel Leal e Cíbila Farani (ambas parte do grupo de organizadoras do recém-formado e já célebre sarau “Poetizar”, que estreará em Valença/RJ, no dia 14 de março, às 19:30h, no Billa’s Bar, no bairro Monte D’Ouro – em postagens futuras, falarei mais sobre mais esse fodástico evento literário de Valença aqui no blog), a brilhante banda Acoustic Projet (formada pelos fodásticos músicos Gabriel Carvalho, Emanuel Coelho e Luiz Guilherme Monteiro, com participações especiais/apoio dos artistamigos Breno Meirelles, Gabriel Paiva e Jonas Eduardo), o frenético Coletivasom/Diversatividade/Graveto Old Style (representado por Marcio Adriano Paulino e Paulo Roberto Gonçalves) e as estréias das artistamigas mais-que-fodásticas Gilda Maria Rachid Dias e Eduarda Fox. Outros artistamigos, como Ana Karolina, Patrick Stivanini e a teresopolitana Diana Paim, não se apresentaram, mas tiveram seus poemas declamados por mim.
Também estiveram presentes (prestigiaram e/ou passaram pelo evento, mas optaram por não declamarem/se apresentarem) o músico amigo Davi Barros e os poetamigos Natalia Neubaner (que, junto com Davy Ferreira e Marcia Cristina, ajudou a ornamentar o espaço para a realização do sarau), Érick Ramos e Déia Sineiro.  
Além disso, aconteceu uma fodástica exposição de artes plásticas, comandada pelo artistamigo Denis Pereira, exposição dos poemas-enredos dos poetalunos do nono ano da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva (onde leciono), de Teresópolis (colocados num varal/painel literário para leitura e votação popular do “Prêmio Estandarte do Povo”) e uma parceria com o União Vira-Lata, representado por Mariana Ribeiro, para arrecadação de fundos para que fosse realizada uma ultrassonografia urgente numa das gatas criada pela entidade.
A entrada foi franca, com um público extremamente animado e satisfatório e o coquetel foi comunitário, de partilha (projeto idealizado pelo Mestre dos Mestres Gilson Gabriel: cada um artistamigo e/ou público-amigo traz um doce, salgado, suco ou refrigerante).
Abaixo, posto os vídeos desse fodástico e revigorante evento.

Sarau Solidões Coletivas é Arte Sempre!








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