Olá, caros leitores, bem vindos ao blog daqueles que guardam um sorriso solitário no canto dos lábios que versam sonhos coletivos. Bem vindos ao meu universo virtual poético, bem vindos ao mundo confuso e fictício ferido de imortal realidade. Bem vindos ao inóspito ambiente dos eus líricos em busca de identidade na multidão indiferente, bem vindos ao admirável verso novo.
Conforme prometi em postagens anteriores, cerca de metade (ou mais da
metade) das postagens desse final de ano serão relacionadas a poetalunos e ex-poetalunos
da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva, de Teresópolis/RJ (afinal, entre as poucas coisas que realmente se salvaram
nesse trágico 2015 está a arte cada vez mais sublime dos artistalunos). Hoje
trago um poema de mais uma das artistalunas que brilharam neste ano, a
mais-que-fodástica Daiana Vieira, que hoje comemora mais um ano de existência e
brilhantismo (sim, hoje é o aniversário desta fascinante artistaluna!).
Intérprete de marcantes papéis no Grupo Teatral Escolar Luz,
Câmera...Alcino!, presença firme nos saraus organizados por mim na Escola Municipal
Alcino, Daiana é autora de diversos fodásticos poemas. Hoje trago ao blog um
destes maravilhosos poemas, um dos primeiros que ela me entregou durante o ano
letivo, o romântico (e melancólico, devido a situação amorosa do eu lírico)
"Meu amor". Recomendo que, após a leitura, os amigos leitores releiam
e atentem para os versos finais, nos quais a jovem e talentosa escritora Daiana
faz um jogo de palavras, deixando ao verso final um fodástico múltiplo sentido.
Yeah, amigos leitores, a Daiana Vieira quem faz aniversário e são os nossos
olhos fascinados que ganham o mais sublime presente lírico!
Que a chama lírica de Daiana Vieira continue brilhando por todo seu
caminho! Acompanhemos, amigos leitores, as trilhas e desvios do amor do eu
lírico da jovem e talentosa Daiana Vieira!
Essa é mais uma das postagens “tirando o atraso” do blog: hoje trago os
vídeos do evento "As Solidões Coletivas dos Vadios de Casaca e das Legiões
Urbanas", realizado pelo Sarau Solidões Coletivas em agosto deste ano
(yeah, essa postagem está super-atrasada, mas antes tarde do que nunca rs).
A convite de Marcia Cristina, no sábado, dia 08 de agosto, o Sarau
Solidões Coletivas retornou à Biblioteca Municipal D. Pedro II, no Centro de
Valença/RJ e realizou o evento "As Solidões Coletivas dos Vadios de Casaca
e das Legiões Urbanas", com Sarau-Tributo lírico a Renato Russo + Noite de
autógrafos do livro “O Vadio de Casaca”, de Iverson Carneiro (Rio de
Janeiro/RJ) [pela primeira vez em Valença!].
O evento ainda teve a participação
mais-que-especial da divartistamiga mais-que-fodástica Elisa Carvalho, de Barra
Mansa/Volta Redonda/RJ, grandes estreias de novos maravilhosos artistamigos, a
presença sempre super-fodástica da galera cativa do Sarau, exposição de artes
plásticas da Oficina de Artes Iluminação, varal de roupas-poemas de Elisa
Carvalho, desenhos e poemas ao vivo, público animadíssimo e o tradicional
coquetel compartilhado/de partilha.
Yeah, o Sarau Solidões Coletivas brilhou
mais uma vez e segue misturando todas as manifestações artísticas no mesmo
espaço!
E lembrando que, neste finzinho de ano, , o Sarau Solidões Coletivas
está voltando com o evento ““FODA-SE! A FESTA” -EM COMEMORAÇÃO À CLASSIFICAÇÃO
DE “FODA-SE! E OUTRAS PALAVRAS POÉTICAS...”, O OITAVO LIVRO DE CARLOS BRUNNO S.
BARBOSA NA CATEGORIA LIVRO DO PRÊMIO OLHO VIVO 2015 (APROVEITE O EVENTO PARA
COMPRAR SEU EXEMPLAR) E ZOANDO LIRICAMENTE COM AS FESTAS COMERCIAIS DE FIM DE
ANO – CONTRA O PAPAI NOEL VELHO BATUTA E A CORJA POLÍTICA QUE FINANCIA O CAOS E
A CRISE NESTE FIM DE ANO. O evento acontecerá neste Domingo, dia 20/12, a
partir das 17:00h, no Bar da Sirene (Rua Aparecida, n.º 1849, Bairro Chacrinha
– Estrada Valença-Barra do Piraí, ao lado do Posto Ale, em frente ao Doce
Armazém), em Valença/RJ.
Vamos celebrar o caos nosso de cada dia, amigos! Se a vida está foda,
festejemos liricamente com Foda-se!
Que 2015 não tem sido um ano fácil todos nós sabemos. As diversas
crises e problemas deste ano têm afetado até o blog – foi difícil manter o
ritmo das postagens em meio a tanta correria e obstáculos, mas, mesmo assim, o
blogueiro que vos escreve vem tentando manter a chama viva. E um grupo que
manteve o lirismo e a esperança vivos neste ano foram os meus amigos
artistalunos da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva, em Teresópolis/RJ,
sim, eles salvaram este ano da análise pessimista, eles salvaram a poesia do
dia a dia e mantiveram acesa a luz maltratada do
poeta-professor-pateta-blogueiro que vos escreve. Devido a uma série de
problemas administrativos/caóticos-políticos não pude presenteá-los de forma
adequada e justa, mas pretendo, nesta e nas próximas postagens, compartilhar a
sublime poesia deste fodástico grupo de poetalunos, que, na maioria, concluíram
festivamente ontem o nono ano e passaram a outro ciclo merecidamente promissor
graças aos talentos deles.
Hoje trago 4 poemas mais-que-fodásticos destes maravilhosos poetalunos que
foram recentemente premiados no XXVI Concurso de Poesia da ALAP, no Rio de
Janeiro/RJ: o poema “Picasso Fenomenal”, de Paula Grillo Almeida (ganhador da
Menção Especial no concurso citado), “No campo”, poema neo-árcade de Kellyson
Branco Silva (Menção Honrosa), “Flores na neve”, de Ana Gabriela Medeiros
(Menção Honrosa) e “Tão Picasso”, de Gisleny Silva de Almeida. Pela primeira
vez desde 2010, nem eu nem os artistalunos puderam ir à cerimônia de premiação
(a Prefeitura de Teresópolis desconsiderou o pedido de transporte, alegando a
eterna “crise” que nos impossibilita de encerrarmos com dignidade um projeto
lírico-pedagógico de mais de 6 anos, mas ironicamente não impede que o
governante faça milhões de contratações a cargos especiais inclusive em
unidades que nem existem mais no município – somado a isso fui visitar meu avô
na CTI em Barra do Piraí/RJ, que sofreu um infarto no dia anterior à cerimônia,
e, mesmo tentando chegar ao evento pelo menos para participar – bem atrasado -
do final, fui impedido devido ao eterno trânsito caótico da Cidade ‘Maravilhosa’).
Ao menos, os organizadores do concurso compreenderam as dificuldades e mandarão
por correio os diplomas e premiações.
Todos esses transtornos me impediram de divulgar e comemorar o sucesso
dos poemas mais-que-fodásticos dos 4 fantásticos poetalunos premiados, mas
agora trago para o alcance dos olhos dos amigos leitores as 4 obras-primas
desses jovens talentos (de brinde, compartilho um vídeo produzido pelo Luz,
Câmera...Alcino! – com atuações de Vânia Camacho, João Paulo Oliveira e
Stallone Oliveira - interpretando o premiado poema da super-lírica Ana Gabriela
Medeiros).
Que a Arte e Educação sobrevivam à falta de respeito de nossos
governantes. Os políticos aproveitam a purpurina efêmera do poder e partem, mas
a sublime poesia dos poetalunos da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva permanece
na eternidade!
Os premiados poemas dos mais-que-fodásticos poetalunos da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva:
Picasso Fenomenal
Com o pincel em sua mão,
tentando captar tudo que é surreal,
transformando o simples em algo fenomenal,
fazendo a sua própria revolução
Do azul ao coral
como um alpinista
escalando e evoluindo
na grande montanha artística
Picasso foi um pintor extraordinário
indo contra o Estado totalitário
desde as pinturas mais antigas
até as mais novas
ele mudou o mundo da arte
e pintou uma nova história.
(Paula Grillo Almeida – Menção Especial no XXVI Concurso de Poesia da
ALAP)
No campo
No campo
vi o lindo sol se pôr,
pássaros cantando,
o vento soprando,
as águas dos rios
correndo e desaguando,
um lindo lago
de águas escuras,
matas obscuras...
No campo
descobri o que é amor.
(Kellyson Branco Silva – Menção Honrosa no XXVI Concurso de Poesia da
ALAP)
Flores na neve
Um frio intenso me percorria
E a neve branca me cobria.
O gelo me dominava
E o meu coração congelava.
Minha pele estava pálida
E meu corpo tremia.
Então, quando tudo parecia o fim,
O destino sorriu.
E eu percebi que,
Embora o inverno fosse inabalável lá fora,
Dentro de mim havia a primavera eterna.
(Ana Gabriela Medeiros – Menção Honrosa no XXVI Concurso de Poesia da
ALAP)
Tão Picasso
No começo, achei maluca
aquela arte distorcida, sem sentido...
mas depois fui percebendo
cada sentimento,
cada pensamento...
em cada pincelada expressiva,
eu percebia
o que ele sentia por dentro.
A tristeza da perda
o arrastou para a frieza do azul.
A felicidade do amor
o levou para a alegria do circo, do rosa!
Tantos amores, tantas amantes,
tantas críticas e muitos elogios,
tantas pinturas, tantos desenhos,
tantas realizações, tantos sonhos...
E, numa mistura de cores,
numa mistura tão louca,
tão Picasso, tão sua,
eu encontrei... a beleza da arte!
(Gisleny Silva de Almeida –
Menção Honrosa no XXVI Concurso de Poesia da ALAP)
O Clipoema "Flores na neve, de Ana Gabriela Medeiros", produzido pelo Luz, Câmera...Alcino!
Yeah,
amigos, hoje posto a continuação dos poemas vorazes, escritos pelos poetalunos e
pelo poeta-professor-pateta que vos fala, todos nós do Clube do Livro Alcino
Voraz, projeto de grupos de leitura realizado na Escola Municipal Alcino
Francisco da Silva. E, desta vez, trago os poemas inspirados na primeira metade
do livro “Jogos Vorazes – A Esperança” e no filme “Jogos Vorazes – A Esperança
Parte 1”.
No dia
17/11, dois dias após a “Proclamação da República”, retornamos ao Clube do
Livro Alcino Voraz - com cada vez mais escritores-alunos-leitores-vorazes! - e
promovemos, na E. M. Alcino Francisco da Silva, a terceira reunião do grupo.
Partindo
da ideia do Círculo do Livro Alcino, iniciada e idealizada no ano passado pelas
poetalunas Ana Gabriela Medeiros e Laís Martins, e livremente inspirado no
conhecido Clube Literário Palavras ao Vento, de Valença/RJ, organizado por Pit
Larah e Cia, o Clube do Livro Alcino Voraz tem como principais objetivos:
estimular a leitura reflexiva, compartilhar e debater experiências de leitura,
estabelecer leituras comparativas entre as diversas linguagens literárias
(visão comparativa de livros e versões cinematográficas) e fazer a releitura de
obras literárias através da produção textual (construir novos poemas, contos e
crônicas inspirados no conteúdo do livro debatido).
Feito
no contraturno das aulas, a terceira reunião contemplou como livro-tema a
metade do terceiro romance da trilogia “Jogos Vorazes”, da escritora
estadunidense Suzane Collins. Foi realizado o debate do livro “A Esperança”,
relembrando as relações históricas que envolvem a obra (regimes totalitários,
fatos históricos e pessoais que estimularam a escritora na construção do
romance, comparações com o nazismo, fascismo e colonialismo, indústria do
entretenimento [de reality shows e programas de MMAs], a percepção da guerra
fria e a relação entre socialismoxcapitalismo com o confronto Distrito 13 x
Capital implícito nos capítulos deste terceiro livro da trilogia, a exibição da
versão cinematográfica da primeira parte do livro ("Jogos Vorazes - A
Esperança Parte 1") e a produção de poemas e contos inspirados na obra.
Ainda neste mês de novembro, devido ao aumento expressivo de participantes e
seguindo a votação e sugestão dos novos e antigos artistalunos do Clube,
realizamos uma Sessão Especial"Reprises Vorazes" nos dias 24 e 25
deste mês de novembro, para que os novos integrantes pudessem ver as versões
cinematográficas assistidos nas 3 reuniões (os poemas do grupo desses 2
encontros aparecerão em breve no blog).
As
fotos foram tiradas no dia 25/11(no dia do encontro, como sempre, não deu tempo
de fotografarmos devido a produção textual e nos dias seguintes não foi
possível devido ao calendário frenético de provas nesse período) trazem o grupo
que participou da terceira reunião (faltandoos artistalunos-vorazes Rian Lopes,
Taynara Silva - que saiu mais cedo - e Paulo Ricardo, que, infelizmente, não foi
à aula, pois tinha consulta médica marcada no dia). Os créditos das fotos são
dos fotográfos-alunos Matheus dos Santos, Gisleny Almeida e Mayane Tavares.
Lembrando também que a entrada e participação no Clube do Livro Alcino Voraz é
livre/opcional (somos escritores-leitores vorazes e não autoritários como os
governantes da Capital de Panem rs) e rende mais conhecimento e troca de
experiência, sem barganhas de pontos extras.
Vida
longa ao Clube do Livro Alcino Voraz – Educação, Alcino Teresópolis e Arte Sempre!
Hoje mais uma diva deixa o palcos dos mortais e alcança os holofotes da eternidade. Faleceu hoje a sublime atriz, cantora e diretora teatral brasileira Marília Pêra. E o blogueiro-poeta-pateta que vos fala não poderia deixar de homenageá-la: deixo para os amigos leitores minha elegia a Marília, como aquele sorriso sublime que a gente sempre se lembra, mas que, em alguns momentos, nos lembramos tanto que dá vontade de chorar.
Em cartaz: Elegia para Darlene/Marília
À minha frente, Darlene segura o cigarro entre os dedos
mais apagado do que nunca, mas ela brilha.
- E agora, Darlene? O que fazemos? – encerro o silêncio.
Darlene tem aquela gargalhada trágica de Catherine
antes de atirar-se ao rio após a saída do teatro.
- Agora você bebe meu gim, meu querido,
O show deve continuar, mesmo eu partindo.
Um taxista de Truffaut toca insistentemente a buzina.
Darlene beija meu rosto com uma piada triste:
- Esse francês sempre me quis no além,
mas eu preferi excitá-lo com meu desdém.
Agora que serei sua vizinha,
que mal faz eu me divertir com ele também?
Darlene sai do palco com salto de diva,
os calcanhares de estrela morta que sempre brilha.
Ok, sei que demorei muito mais que o prometido pra trazer os poemas da
segunda reunião do Clube do Livro Alcino Voraz (inspirados no romance “Em
chamas”, segundo da trilogia “Jogos Vorazes”, de Suzane Collins) e que, por
causa da demora, até levei leves broncas de Ana Gabriela Medeiros, a mais-que-fodástica-escritoraluna-e-idealizadora-do-grupo,
mas o blogueiro-professor-poeta-pateta que vos fala, como sempre, tarda, mas
não falha: trago hoje ao blog os mais-que-fodásticos poemas dos poetalunos do
Clube do Livro Alcino Voraz, escritos no dia 03/11, um dia após o “Dia dos
Finados”, quando ressuscitamos o Clube e promovemos, na E. M. Alcino Francisco
da Silva, a segunda reunião do grupo.
Partindo da ideia do Círculo do Livro Alcino, iniciada e idealizada no
ano passado pelas poetalunas Ana Gabriela Medeiros e Laís Martins, e livremente
inspirado no conhecido Clube Literário Palavras ao Vento, de Valença/RJ,
organizado por Pit Larah e Cia, o Clube do Livro Alcino Voraz tem como
principais objetivos: estimular a leitura reflexiva, compartilhar e debater
experiências de leitura, estabelecer leituras comparativas entre as diversas
linguagens literárias (visão comparativa de livros e versões cinematográficas)
e fazer a releitura de obras literárias através da produção textual (construir
novos poemas, contos e crônicas inspirados no conteúdo do livro debatido).
Feito no contraturno das aulas, a segunda reunião contemplou como
livro-tema o segundo romance da trilogia “Jogos Vorazes”, da escritora
estadunidense Suzane Collins. Foi realizado o debate do livro “Em chamas”,
relembrando as relações históricas que envolvem a obra (regimes totalitários,
fatos históricos e pessoais que estimularam a escritora na construção do
romance, comparações com o nazismo, fascismo e colonialismo, indústria do
entretenimento [de reality shows e programas de MMAs], a intensificação do triângulo
amoroso principal da trilogia neste segundo livro, a exibição da versão
cinematográfica do livro e a produção de poemas e contos inspirados na obra.
Ainda no mês de novembro, no dia 17, seguindo a votação e sugestão dos
artistalunos do Clube, o livro-tema foi o terceiro romance da trilogia “Jogos
Vorazes” e a exibição da versão cinematográfica “Jogos Vorazes – A Esperança
Parte 1” (os poemas em breve, breve também estarão aqui no blog).
As fotos foram tiradas no dia 05/11(no dia do encontro, como sempre,
não deu tempo de fotografarmos devido a produção textual) trazem o grupo que
participou da segunda reunião (faltando a artistaluna Guttyellen Canto que,
infelizmente, não foi à aula no dia seguinte). Os créditos das fotos são da
bibliotecária-amiga-e-agora-nova-fotógrafa-oficial-do-Clube Emidiã Fernandes.
Lembrando também que a entrada e participação no Clube do Livro Alcino Voraz é
livre/opcional (somos escritores-leitores vorazes e não autoritários como os
governantes da Capital de Panem rs) e rende mais conhecimento e troca de
experiência, sem barganhas de pontos extras.
Vida longa ao Clube do Livro Alcino Voraz – Educação, Alcino
Teresópolis e Arte Sempre!
Em chamas
Jogos Vorazes em chamas:
Tudo fica mais difícil,
A cada jogo mais terrível.
O relógio irá trabalhar
E nada vai facilitar
A disputa continuará
E só um tributo irá ganhar.
A queridinha do Distrito 12
Seu amor quer salvar
Mas existe traidor
Em todo lugar.
Temos que lembrar quem é o inimigo,
Temos que lembrar que nem todos são amigos.
(Amanda Barboza e Gutyellen Canto)
Mags contra a névoa mortal
Tudo deveria ter acabado pra mim
Mas, claro, não seria tão fácil assim
Em frente a morte, meu velho amado,
Por que tinha que estar aqui, meu amor odiado?
No Massacre Quaternário,
Todos assistem a minha morte no noticiário
Disseram que eu teria paz
Mas minha vida não será mais igual,
Jamais!
Não tenho forças para correr,
Não sei se vou sobreviver,
Estou velha demais pra massacrar,
Me deixo levar
Pela morte, meu novo lar.
(Paulo Ricardo Ponte, Stallone Oliveira, João Paulo de Oliveira e Ana Gabriela Medeiros)
Johanna banhada em chuva de sangue
Da força do meu machado
Em meio aos mais límpidos carvalhos,
As nuvens negras da força da Capital
Trazem o sofrimento em sangue letal.
Tristezas infernais
Na força antônima da paz
O céu sangra junto a mim
Transformando o verde da selva em vermelho carmim.