segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Solidões Compartilhadas: A Chuva de Lembranças e Esperanças de Vânia Ribeiro Camacho

Dias de chuva intermitente, infindável... Dias meio melancólicos trazem lirismos de sorrisos tristes... E, na mesma proporção que o céu derrama suas lágrimas - às vezes, acalentadoras, em outros locais, trágicas -, chove poesia no coração dos jovens poetas.
Apesar dos ares tristonhos e introspectivos dos dias de chuvas, hoje o professor-poeta-blogueiro que vos fala sorri, pois recebi mais um fodástico poema da jovem mais-que-fodástica poetamiga teresopolitana Vânia Ribeiro Camacho (em 2015, ela encerrou seu ciclo como minha poetaluna, e agora é poeta-mestre-amiga e segue seu sensacional caminho lírico).
Amigos leitores, acompanhemos as reflexões poéticas e românticas dos eus líricos da hiper-talentosa Vânia Camacho diante da chuva que cai lá fora!

A chuva caía lá fora...

A chuva caía lá fora
Aqui dentro a noite custava a passar
Foi paixão de uma noite
E eu imaginando como seria te reencontrar .

Horas antes eu te observei
Por tua beleza me encantei
Meu coração acelera só de lembrar
Mas eu nunca mais vou te reencontrar.

Tu partiste, tudo se foi
E eu nem te disse adeus ou um outro oi
Espero um dia te reencontrar
E aí eu não te deixo mais escapar.


Um comentário:

  1. Olá lá menina... Primeiro eu quero dizer, muito respeito e apreço à sua estatura poética. Eu realmente gostei. Por favor, continue a escrever!!!

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