LXXVIII
Gosto de revisar meus originais com o meu vizinho. Vítima de envergonhado analfabetismo, meu vizinho finge ler meus escritos e, pra fingir-se de sabido, dá uma dose de fantástico realismo aos meus textos fictícios.
Olá, caros leitores, bem vindos ao blog daqueles que guardam um sorriso solitário no canto dos lábios que versam sonhos coletivos. Bem vindos ao meu universo virtual poético, bem vindos ao mundo confuso e fictício ferido de imortal realidade. Bem vindos ao inóspito ambiente dos eus líricos em busca de identidade na multidão indiferente, bem vindos ao admirável verso novo.
Hoje trago um vídeo com vários momentos especiais desse
primeiro e super-fodástico Sarau Feira Moderna. No vídeo, há minhas
apresentações declamando poemas de minha autoria e um poema premiado de Maiara
de Souza, minha ex-poetaluna da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva,
atualmente no ensino médio e espalhando sua luz lírica além dos muros da
escola. Além das declamações, vocês podem conferir a cantora Evangelina Corrêa,
acompanhada de Rafael A., dando sua interpretação para “Ovelha Negra”, de Rita
Lee, o folk fodástico da banda defolks e Xande McLeite e o músico “garoto
prodígio” Guilherme José fazendo uma super-versão acústica no hit “Nos tempos
dos dinossauros”, do álbum “Sou do Rock”, de Xande McLeite & Rockfriends.
Outra curiosidade do vídeo, que vale a pena ressaltar: enquanto nos
apresentávamos, no fundo do palco, atrás de nós, uma tevê exibia as clássicas versões cinematográficas de dois romances fodásticos da literatura universal, os filmes
“