quarta-feira, 17 de julho de 2019

Ilustres poetamigos volta-redondenses: Relembrando pérolas poéticas de Euzébio Nascimento Alves no aniversário de 65 anos da Cidade do Aço

Hoje, dia 17 de julho, é aniversário da querida Cidade do Aço, Volta Redonda/RJ, município vizinho de Valença/RJ e uma das minhas regiões lírico-afetivas. Em homenagem ao aniversário deste roteiro lírico-turístico de minhas andanças boêmio-poéticas (já curti e participei de muitos eventos culturais por lá), compartilho minhas solidões poéticas pela primeira vez com um antigo e sempre querido mestre poetamigo, residente em Volta Redonda/RJ, Euzébio Nascimento Alves, também conhecido como o Joãozinho do Gibi.
Bom prosador e grande poeta, Euzébio Nascimento Alves é bom de bate papo e, mesmo tendo meio que se aposentado da arte poética (“pra mim, envolvia muita dor, amigo, ficava triste por horas”, declarou-me uma vez), em uma postagem recente do blog, inspirou-se e retomara o hábito sublime de escrever fabulosos versos. Em mensagens virtuais, enviou-me, em formato de fotos, 2 poemas seus que foram publicados na histórica obra “X Coletânea de Contos e Poesias (1990-91)”, do famoso grupo artístico volta-redondense GLAN – Grêmio Literário de Autores Novos. Os 2 poemas foram publicados quando Euzébio tinha 24 anos e envolvem temas familiares/lírico-filosóficos (a onírica união do amor com a amizade em “Casamento”) e sociais (o eu lírico com condições razoáveis de vida diante da fome e pobreza em “Sem razão”). Publico-os em sua forma original, uma lembrança poética/oferenda lírica em comemoração aos 65 anos de Volta Redonda/RJ.

Boa leitura, amigos leitores!




Um comentário:

  1. Boa tarde meu amigo
    fico muito feliz que tenha gostado dos poemas , muito obrigado pelas postagens ...
    neste livro de coletâneas poéticas..
    tem varias outras poesias de poetas e poetisas
    que de uma maneira ou outra colocaram no papel seus sonhos fantasias,alegrias e porque não até tristezas...
    um desabafo no papel transformados em poesias
    Poetas anônimos ou não, apenas um robe...
    ou uma fuga de uma realidade que as Vezes machuca e destrói...
    Uma confidência?
    um jeito de driblar a timidez, muitas vezes incompreendidas?
    Quem vai entender, a cabeça de um poeta?
    Como ele consegue ?...transformar dor e lágrimas, em uma coisa tão bela?
    Deguste, viaje, sonhe e viva...cada poesia
    Por trás de cada linha a um coração que vibra, e sonha...

    Felicidades meu amigo
    se quizer eu posto as outras poesias .

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