terça-feira, 8 de novembro de 2016

Reflexões de um jovem poeta diante dos tempos obscuros da guerra

Vivemos tempos obscuros, amigos... Os noticiários nos lembram de que vivemos momentos de crise, sordidez política e violência.  Há poucos dias, o jovem poetamigo Wallace Jonas, que já foi meu aluno na Escola Municipal Alcino Francisco da Silva, na região rural de Teresópolis/RJ, me mandou líricas novidades (desde os tempos da escola, eu não possuía mais nenhuma novidade de textos novos desse jovem e talentoso escritor): Wallace me enviou uma fodástica crônica/prosa poética, refletindo sobre a violência e a crise de valores no mundo constantemente em guerra no qual habitamos. Vale a pena observar seu lirismo desesperado diante da selvageria do mundo atual, sua consciência da sordidez política dos poderosos que curtem essa guerra do dia a dia e a percepção da falta de aprendizado histórico da sociedade que deixa uma espécie de neonazismo crescer em nosso violentado e fragilizado universo.
Tenho o privilégio de compartilhar hoje esse fodástico texto com os amigos leitores. Façamos como o talentoso Wallace Jonas, amigos leitores: reflitamos e tentemos acordar (as nações do mundo e nós mesmos).

Reflexões de um jovem poeta diante dos tempos obscuros da guerra

Sangue derramado, pisado, talhado, mera dor de um condenado que não teve o simples direito de viver , hipocrisia idiota dessa gente sórdida achando que é assim que tudo deve ser, tirando vidas , enquanto os tais do poder vivem  nem aí, vendo o tempo a sorrir, sentados, esperando os seus ricos salários.
Ó Deus da minha vida, não aguento mais tanta mentira só para poderem se safar, então volto a refletir: será que o amor e a compaixão deixaram de existir?
Nações de todo o mundo, vamos acordar! Para que guerrear? Somos todos iguais, será que ninguém percebeu? Não vamos dar ouvidos aqueles que querem fazer conosco o mesmo que fizeram com os judeus, pois os que seguem isso são aqueles de cabeça fraca, verdadeiros doentes que  queriam uma só raça. Essa ideia tão absurda  vem destruindo a sociedade e transformando o mundo em um grande e obscuro calabouço de tortura.

Quadro "A face da Guerra", do pintor espanhol Salvador Dali

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