sábado, 16 de janeiro de 2016

Chamas que sobrevivem e o Foda-se! consagrado como livro: Lembranças de 2015

Apesar dos pesares, o ano de 2015 não foi completamente desastroso. Fazendo uma retrospectiva de bons momentos, dois, em especial, merecem destaque do meio do ano passado para o fim: minhas duas classificações no Prêmio Olho Vivo 2015 - uma na Categoria Poeta e outra com meu oitavo livro "Foda-se! E outras palavras poéticas..." na Categoria Livro - graças ao voto popular, ou seja, graças a vocês, amigos leitores.
Em homenagem a essas duas felizes lembranças, trago hoje ao blog dois vídeos meus - produzidos como material de divulgação do Prêmio Olho Vivo 2015 - já presentes no site Olho Vivo (nos seguintes links: http://www.olhovivoca.com.br/votacao-tecnica/3842/rosangela-carvalho-carlos-brunno-e-regina-vilarinhos-estao-na-final-do-premio-ov/http://www.olhovivoca.com.br/votacao-tecnica/4326/victor-gomes-carlos-brunno-e-josemir-tadeu-estao-na-final/ ) e até o momento inéditos aqui no blog.
Em tempo: hoje, sábado, dia 16 de janeiro, às 23h, terei a oportunidade de recomeçar a "Foda-se Tour" (versão 2016), divulgar e apresentar alguns dos poemas do livro "Foda-se! E outras palavras poéticas..." na II Virada Poética de Volta Redonda, que acontecerá na Toca do Arigó, em Volta Redonda/RJ, a convite dos poetamigos Carlo Eduardo Giglio e Elisa Carvalho. Quem quiser curtir um pouco dessa 'vibe' lírica é só aparecer por lá (os ingressos custam R$ 10,00 cada e quem quiser adquirir um exemplar do "Foda-se! E outras palavras poéticas...", estarei por lá vendendo-o pelo preço promocional de R$ 20,00).

Clipoema: "Como a chama sobrevive se não ferve" (terceira versão)


Como a chama sobrevive se não ferve

Vivemos tempos ferozes
Onde ninguém olha por nós
E seria tão simples nos ver belos assim
Ao invés de quererem nos reformar...

Como a chama sobrevive se não ferve?
Como alguém sobrevive nessa neve?

Não deram chance alguma pra nós
Os sádicos decidem tudo por nós
E todos eles resolvem atirar suas torrentes
De maldade em nós.

Como a chama sobrevive se não ferve?
Como a gente sobrevive se nos ferem?

Como? Se nos destinam as piores preces?

Como? Se todos querem nos matar?

Oh, troque o sermão triste por essa canção livre
E toque minha dor com seus lábios felizes
E manteremos tudo aquilo que nos ferve
E sobreviveremos a toda e qualquer neve
Toda e qualquer neve vai derreter!

E a chama ainda sobrevive mesmo contra a neve!
E a gente sobrevive mesmo quando não querem!
Toda e qualquer neve vai derreter!
E a gente vai sempre sobreviver…


Clipoema-documentário: "Foda-se! E outras palavras poéticas... - o livro e sua história"


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