segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Solidões Compartilhadas de fim de mês tenebroso: O fim de agosto no olhar lírico de Genaldo Lial

O mês de agosto não foi fácil, amigos leitores! Por isso, que nada melhor que, nesses minutos finais do fatídico mês, retomar o blog e encerrar o mês com um fodástico poema novo do poetatletamigo Genaldo Lial da Silva, inspirado no tema “fim de agosto”.
Segundo o autor, o poema surgiu a partir da declaração amarga do professor-amigo Fernando de Souza Pires, nosso colega de trabalho, que refletia que até o chocolate andava sem gosto em agosto.
Boa leitura e Arte Sempre, amigos leitores!

FIM DE AGOSTO

Que dia triste de lamúria
Até o chocolate está sem gosto
Mas, neste momento de penúria
Alivia-me um pouco do desgosto
De não ver mais o teu lindo rosto
Vejo, apenas, um céu cinzento e fosco
Confesso que eu fui um homem tosco
Pois, por mim, nada te foi imposto
Aceitei o que por ti foi proposto
E deixei você partir no fim de agosto
E depois de tudo isto exposto
Aqui, então, eu fiquei
Como um triste e humilhado rei
Que do seu trono foi deposto.
 Genaldo Lial da Silva, 26/08/2015


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Luz, Câmera... Alcino! apresenta "Proibidos de amar"

Yeah, amigos, levei um bom tempo pra retornar ao blog, mas, como expliquei aos amigos do facebook, andei com muito trabalho na escola, logo estava um tanto cansado. Mas, aos poucos, vou retomando as atividades do meu canal no youtube e do blog Diários de Solidões Coletivas.
Pra reiniciarmos as postagens, trago “Proibidos de Amar”, o mais novo curta-metragem do Grupo Luz, Câmera...Alcino!, da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva, da região rural de Teresópolis/RJ. As gravações já haviam sido feitas há algum tempo, mas só há poucos dias pude me concentrar e editar devidamente o curta-metragem livremente inspirado na inesquecível história de amor proibido pelos pais, escrita por William Shakespeare: a peça "Romeu e Julieta".
Construída a partir da modernização da tragédia shakespeariana, da letra de canção "Todo mundo quer cuidar de mim", de Brava, do poema "Ninguém vai me impedir", da poetaluna Vânia Ribeiro Camacho do 9.º B, e da crônica "Recado aos pais", de Mayane de Sousa, do 9.º A, o curta contou com minha direção e edição e atuação dos artistalunos Carollainy Corrêa, Danylo Sampaio, Hebert Gabriel, Vitória Cristina, Gutyellen Canto, Stallone Oliveira, Maiara Charles, João Paulo de Oliveira Costa e Vânia Ribeiro Camacho.
Na trilha sonora, foram escolhidas as canções: "Sem voltar atrás", de Vinny (só a parte instrumental inicial, para abertura) e "Amor proibido", da banda de pagode Marcando Pedaço.
O vídeo foi criado devido a um pedido antigo das artistalunas Mayane de Sousa, Laís Martins, Ana Gabriela Medeiros e Dafiny Quintanilha.
Além do curta metragem, trago também o poema “Ninguém vai me impedir”, da mais-que-fodástica poetaluna Vânia Ribeiro Camacho, e a também mais-que-fodástica crônica “Recado aos pais", de Mayane de Sousa (o original sofreu algumas adaptações minhas para adequação ao vídeo; trago aqui a crônica já editada).

Que sejamos sempre livres para amar, sonhar e fazer muita arte, amigos leitores!

Curta-metragem: Proibidos de amar 
(Grupo Luz, Câmera...Alcino!)


Todo mundo quer cuidar de mim 
(Brava)

Eu fico quieta, quase não peço nada
E quando é sobre mim, eu fico calada
Todo mundo quer saber da minha história
Dizem que eu tô sempre tão desligada

Todos estão prontos pra me socorrer
E pedem que eu tome muito cuidado
E me dizem que viver é perigoso
E me pedem que eu não saia de casa

Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é sair
Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é cair

Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é sair
Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é cair

Ninguém vai me impedir 
(Vânia Ribeiro Camacho)

Ninguém pode me impedir
Vocês não mandam no meu coração
Jamais deixarei de sentir
Vocês não controlam essa paixão

Não podem me proibir de amar
O sentimento é meu
Meu amor não vai acabar
Essa criança aqui já cresceu

Não vê como você não consegue
Pelo contrário, só faz aumentar
Pai você nunca vai conseguir
Aceite ou me fará infeliz

Recado aos pais (adaptado) 
(Mayane de Sousa) 

         O namoro na adolescência é coisa normal, afinal, qual adolescente que não ama? Qual adolescente não sofre por ter amado demais e por ser abandonado pela pessoa amada?
         Hoje em dia vemos adolescentes que são proibidos pelos pais de namorarem. Sabemos o porquê da proibição: ciúmes, medo de ver o seu filho sofrer. Mas tudo que nós, adolescentes, queremos é que os pais entendam que amar, sofrer, falar que nunca mais vai fazer de novo e acabar fazendo, tudo isso faz parte do ciclo de nossas vidas, vai nos ajudar a crescer.
         Talvez nossos amores não sejam por aqueles que os pais queiram, mas nós queremos; nós, os adolescentes, cansados de tantas proibições, somos humanos... e os humanos às vezes seguem o que o coração manda. Quando se acha a pessoa certa não há mal nenhum nisso e ninguém vai tirar esse sentimento de nossos corações através de injustas proibições.
         Pais, nós, os adolescentes, queremos vocês do nosso lado, que sejam mais compreensivos e que possam nos ajudar, queremos a liberdade de lhes contar segredos e não apanhar, queremos apenas um pouco mais de liberdade pra amar sem que vocês nos condenem sem pensar...





quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Minha crônica premiada: Conversa (a)fiada com o jovem louco da praça enquanto a Campina fica ‘mais Grande’ no horizonte distante

Sei que às vezes fico meio sumido, amigos leitores, mas a vida (e os eventos artísticos) tem sido mais acelerada que qualquer conexão. Ou seja, o meu sumiço desse espaço lírico-virtual se deve a uma série de eventos artísticos e profissionais com os quais estou vibrantemente envolvido (graças a Deus e às demais divindades que protegem os professores-artistas-patetas, estou com a agenda de agosto lotadaça. E agosto não poderia começar melhor, amigos! Há poucos dias atrás, recebi a notícia de que mais uma de minhas crônicas foi premiada com o 3.º Lugar no Concurso "Lembrança do ìdolo - Homenagem a Rosil Cavalcanti" [vejam no link: http://www.caldeiraodochico.com.br/parque-o-rei-do-baiao-divulga-vencedores-do-concurso-lembranca-do-idolo/ ], em São João do Rio do Peixe/PB (como a cerimônia será no próximo fim de semana e não me planejei, curtirei o sucesso de minha filha-crônica à distância – mas, deixa estar – farei de tudo pra me classificar no concurso do ano que vem e, se for bem sucedido na empreitada artística, ah, da próxima vez, estarei lá com certeza!).
Conforme prometi aos amigos do facebook e do twitter,  trago hoje ao blog Diários de Solidões Coletivas) a crônica premiada, escrita em homenagem a Rosil Cavalcanti, fodástico ator, radialista e compositor de canções como “Tropeiros da Borborema” (interpretada em 1980 pelo Mestre Luiz Gonzaga), “Cabo Tenório” (lançada pelo Mestre Jackson do Pandeiro, em 1954), “Saudade de Campina Grande” (gravado pela Diva Marinês), entre outros sucessos [para conhecerem melhor desse fodástico compositor, nascido em Macaparana/PE, em 20 de dezembro de 1915 {ele faria 100 anos, se ainda estivesse vivo em 2015} e residente em Campina Grande/PB, onde faleceu em 10 de julho de 1968) compartilho também um vídeo que encontrei no youtube durante meu estudo para composição da crônica (apesar das fodásticas parcerias com grandes mestres da música nordestina, o nome de Rosil Cavalcanti ainda é quase que completamente esquecido/ignorado por muitos brasileiros).
Fiquemos com a crônica em homenagem a Rosil Cavalcanti e com as suas mais-que-fodásticas canções! Arte Sempre!

Conversa (a)fiada com o jovem louco da praça enquanto a Campina fica ‘mais Grande’ no horizonte distante

Sou muito novo, seu moço, não conheci o Seu Rosil Cavalcanti assim de intimidade, aperto de mão, conversa solta e companhia de baile; o homem faleceu muito antes de eu chegar nesse mundão de Deus... Mas, não sei o senhor me entende, o Seu Rosil Cavalcanti parece que está aqui comigo, bem perto de nós, é aquele lance estranho, seu moço, de sentirmos a presença constante de alguém que nem conhecemos, mas que sentimos como se fosse um velho amigo. Faz tempo que ele me acompanha, seu moço, e não pense que sou doido não, pois eu lhe provo que sou é muito são: ele está aqui, seu moço, dentro desse radinho, toca sempre no mesmo horário no programa do Seu Nonato. Ouve só: está tocando “Tropeiros da Borborema”, com Seu Dr. Luiz Gonzaga. 
“Estala relho marvado
Recordar hoje é meu tema
Quero é rever os antigos tropeiros da Borborema”
Essa música me dá um aperreio, seu moço, é daquelas canções que faz a melancolia sorrir arrastada e festiva dentro da gente! Até sinto saudades dos antigos tropeiros da Borborema que jamais conheci. Como posso sentir o Seu Rosil Cavalcanti distante se sua agonia bonita bate aqui dentro de mim? Como posso dizer que ele se foi, seu moço, se ele está aqui?
E já até sei o que senhor pode alegar, seu moço. O senhor pode até me acusar de nem conhecer a tal da Borborema, que eu estou longe das geografias de Campina Grande, terra maravilhosa onde Seu Rosil Cavalcanti desembarcou em 1943, quando nem nascido eu era; o senhor pode até me mostrar nos mapas das gentes sem sonhos que a Paraíba dele está muito longe de nós. Pois mais uma vez quebro seus argumentos, seu moço, com a magia simples dessa cidade pequena, mas grande aos olhos de Deus: pois se achegue aqui no domingo, bem no fim da tardinha, e passe ali no Forró do Risca Faca que o senhor vai ver Campina Grande cada vez mais grande, exuberante entre os forrozeiros do baile da população: vai ver um monte de Sebastiana sendo convidada para dançar um forró na Paraíba, vai reconhecer nos rostos desconhecidos dos seguranças mais marmanjos aquela velha pose de inspetor do “Cabo Tenório”, tantas vezes relembrado pelos grupos que resgatam o repertório do Mestre Seu Dr. Jackson do Pandeiro; o senhor vai ver até milho invisível na “Festa do Milho” sem milho, quando essa música for cantada pelos fãs do rei do Baião que tocam ali no Risca Faca.
Não é preciso morar em Campina Grande para Campina Grande morar dentro da gente, seu moço, ela está aqui no radinho, nas canções tocadas no programa do Seu Nonato, está ali no Baile do Risca Faca, nas festas juninas e julinas que enchem de alegria o coração imenso dessa cidade pequena. Quem ouve as composições do Seu Rosil Cavalcanti nunca está sozinho, seu moço: Campina Grande baila toda comigo quando as canções desse célebre amigo tocam nos meus ouvidos, enchendo meu peito de harmonia e de doces lembranças que eu jamais tive.
Agora me deixa ir, seu moço, que o dia se finda e o sono pede o carinho daquele banco sozinho no qual pretendo dormir se o Seu Guarda não me tirar. Vou eu mais Seu Rosil Cavalcanti pra cama de céu aberto, pra poder aproximar em sonho as estrelas inesquecíveis do distante firmamento da Borborema. Inté mais ver, seu moço, Seu Rosil Cavalcanti e eu gostamos muito de lhe conhecer.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Solidões Compartilhadas: Os Amores Eternos e Esperanças do jovem Douglas Marques

Ontem, dia 03 de agosto, houve o retorno às aulas, o início de segundo semestre nas escolas municipais de Teresópolis/RJ. E nada melhor que comemorar esse momento compartilhando minhas solidões poéticas com o jovem e super-talentoso poetaluno Douglas Marques Lopes, de uma das turmas dos oitavos anos da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva, da região rural de Teresópolis/RJ, onde leciono.
Poetaluno dedicado e sempre orientado pela professoramiga, minha companheira no ensino da Língua Portuguesa, Mariuza Diovane, Douglas Marques traz em sua poética um lirismo vibrante e revelador. Douglas utiliza a poesia para dar voz aos seus sentimentos mais profundos e outrora secretos que sua personalidade retraída não lhe permite libertar fora do plano poético; seus eus líricos abrem suas sensações para o mundo, abraçam cuidadosamente e carinhosamente o universo das palavras e são carregados de um estilo sincero e espontâneo.
Hoje posto dois de seus diversos poemas (o jovem e super-talentoso poetaluno organiza em cadernos uma rica coletânea de preciosos poemas de sua autoria e me deu o privilégio de ler suas obras antes de o público conhecê-las) para que os amigos leitores conheçam um pouco desse já fodástico artistaluno. Em tempo: esses dois poemas serão declamados pelos artistamigos que participarão do próximo evento do Sarau Solidões Coletivas, “As Solidões Coletivas dos Vadios de Casaca e das Legiões Urbanas”, que acontecerá no dia 08 de agosto, às 17:30h, na Biblioteca Municipal D. Pedro II, em Valença/RJ (Rua Padre Luna, 68, sl. 101, Centro de Valença/RJ, em frente ao Shopping 99).
Viajemos pelos amores eternos e esperanças dos eus líricos do jovem Douglas Marques, amigos leitores!

Amor eterno

O amor que sinto por você é verdadeiro.
Você é minha musa inspiradora,
Você é a estrela que faltava no meu céu.

Sem você eu não sou nada.
Eu não consigo pensar em mais nada
Só em você.

Eu não consigo parar de pensar
Um só momento em você.
Eu amo você!

Como eu nunca amei ninguém
Diz o que eu faço para ter você.
Douglas Marques Lopes



Esperança

Esperança é amar com coração.
Esperança é vida.
Esperança no amor eterno,
Esperança de não sofrer nunca pelo amor,
Esperança de não viver sem você.
Esperança é a forma de viver um dia melhor.
Douglas Marques Lopes


sábado, 1 de agosto de 2015

Fechando julho com chave lírica de ouro: Minha participação no Evento Sexta Cultural, organizado por Jammy Said

Na sexta, dia 31 de julho, tive o privilégio de, representando o Sarau Solidões Coletivas, de Valença/RJ, participar do mais-que-fodástico Evento Sexta Cultural/Encontro de Artistas, na Biblioteca Popular Municipal Anísio Teixeira, em Campo de São Bento, em Niterói/RJ (ainda tive o prazer de conhecer um espaço encantador e extremamente lírico. O evento Sexta Cultural/Encontro de Artistas foi brilhantemente organizado e dirigido pela muito-mais-que-fodástica dançariina-poeta-artistamiga:Jammy Said, uniu várias manifestações artísticas (literatura/poesia, dança, música, arte social) numa festa lírica única e inesquecível!
Hoje posto no blog o vídeo que traz as minhas intervenções poéticas no evento acompanhado pelo violão lírico do músico-amigo Ébano, de Niterói/RJ. No evento declamei o inédito “Iluminar”, escrito na madrugada de 31/07 (entre meia-noite a 2 horas da madruga) em homenagem à Creche Iluminando, conhecida organização social que ajuda moradores de rua. Juntamente com o vídeo, trago o poema inédito citado. Depois, declamei dois poemas, “Velho tênis sujo” e “Amor fora de si”, de meu sétimo livro “Bebendo Beatles e Silêncios” (2013), obra premiada com o 3.º Lugar no Concurso Internacional “Poetizar o Mundo com Livros 2014” (esses dois outros poemas não foram colocados nesta postagem, pois podem ser encontrados em postagens anteriores no marcador “George Harrison e eu – Georgeharrisonianas” na barra lateral deste blog).
Yeah, amigos leitores, graças ao convite da muito-mais-que-fodástica artistamiga Jammy Said, encerrei o calendário de eventos de julho com chave lírica de ouro! E agosto promete muito mais emoções, amigos leitores! Leiam o poema “Iluminar”, curtam no vídeo um pouco do fodástico evento Sexta Cultural/Encontro de Artistas, mandem seus comentários e preparem-se para novas emoções nos próximos eventos e postagens! Valeu o apoio mais uma vez e Arte Sempre!

O vídeo da apresentação:
Carlos Brunno na Sexta Cultural, organizada por Jammy Said




O poema inédito Iluminar, em homenagem à Creche Iluminando 

Iluminar

Significados de iluminar:
1- espalhar luz em algum lugar. Clarear.
2- enfeitar com luzes.
3- (Figurado)- esclarecer; mostrar melhor.
4- (Figurado)- orientar ; inspirar.
5- (Figurado)- tornar-se vivo; animado.
6- (Figurado)- ilustrar; enobrecer.

Deixa-me acender a lanterna em teu peito, mãe do sagrado coração desfeito,
Pois é preciso espalhar luz nesta manjedoura de novos Jesus abandonados, sem lar,
É preciso enfeitar com o brilho dos anjos o teu telhado de estrelas apagadas,
É preciso tornar mais clara a estrada que leva os novos reis magos até a tua casa sem paredes.
Deixa-me abrigar teus filhos açoitados pelo sereno, mãe do divino perdido nas ruas do esquecimento,
Pois é preciso orientar os olhos cansados a derramarem chuvas de esperança e glória
Ao invés de lágrimas de estéril revolta,
É preciso animar as emoções desanimadas, acordar a luz nobre adormecida no leito plebeu,
É preciso ilustrar com luminosa caridade a humanidade anoitecida pelas trevas do egoísmo.
Deixa que meu poema envolva os desertos eus até transformá-los em correntes nós, mãe de todos vós sem voz,
Deixa a poesia falar, brilhar e alcançar os olhos sem iluminação
Para sairmos juntos desse labirinto incerto cheio de visões turvas e abandono cego,
Vamos juntos derrotar o Minotauro da Acomodação!
Deixa a poesia de estrela guia, mãe protetora das almas perdidas,
Vamos juntos, senhor, senhora, senhorita, relembrar a União esquecida,
Pois é preciso abraçar os astros depostos pra constelação continuar luzidia,
É preciso resgatar a luz apagada do outro pra mantermos a chama infinita.
Vamos juntos, senhor, senhora, senhorita, ressuscitar a constelação da vida!
Carlos Brunno S. Barbosa