segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Eternizando Mortos; Ao Cadáver, o poema de Stéphanie Rachid Dias Proviett Cury

Hoje, no Dia dos Finados, tenho o prazer incomensurável de compartilhar minhas solidões poéticas com o fodástico poema de Stéphanie Rachid Dias Proviett Cury, recém-formada em Medicina (já avisando que exercerá a função com vibração e trazendo um lirismo único) e filha da mais-que-fodástica escritoramiga Gilda Maria Rachid Dias (filha de poetamiga fodástica, fodástica poeta também é).
Reflitamos sobre o lírico cadáver, exposto pelo bisturi poético de  Stéphanie Rachid Dias Proviett Cury.

Ao Cadáver

Ao curvar com a lâmina de seu bisturi sobre o cadáver desconhecido, lembrar que esse corpo viveu.
Seu nome não sabemos, mas o destino deu-lhe o poder e a grandeza de servir à humanidade que por ele passou indiferente.
Você que teve o seu corpo perturbado em seu repouso profundo pelas nossas mãos ávidas de saber, o nosso mais profundo respeito e agradecimento.

( Escrito por Stéphanie Rachid Dias Proviett Cury)


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