sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

É Ouro! É Ouro: O premiado poema Permissão do poeta dourado Genaldo Lial da Silva

Dos diversos poetamigos com os quais mantive contato neste ano de 2014, nenhum cresceu tanto e elaborou fodásticos poemas mais febrilmente que ele. Seu nome é Genaldo Lial da Silva, o professor-poetatleta mais obstinado do Brasil, dono de alguns dos poemas mais-que-fodásticos deste ano. Sua força lírica é tão avassaladora que, na sua segunda disputa em concursos literários, o artistamigo já conquistou a Medalha de Ouro, no XXV Concurso de Poesia da Academia de Letras de Paranapuã (ALAP)!
Há muito tempo que eu anuncio aqui no blog que, por mais que muitos desdenhem de minhas análises, a qualidade dos poetamigos que lanço aqui nas Solidões Compartilhadas é inquestionável e que todos os artistamigos compartilhados merecem todas as honras e sempre irão brilhar. E alguns continuaram a desdenhar... tsc, tsc, como diria Zagallo, agora vão ter que me engolir, pois mais um poetamigo lançado aqui levou sua arte ao infinito e, mais uma vez, brilhou (e – já adianto – há de brilhar ainda mais!)! Parabéns, atletartistamigo dourado Genaldo Lial da Silva, você merece todos os louros que recebeu e muito mais!
Tenho a honra de hoje compartilhar com os amigos leitores o mais-que-fodástico poema premiado do poeta dourado Genaldo Lial da Silva, o iluminado “Permissão”, juntamente com o vídeo, no qual o poetamigo fala sobre o poema e o declama para o público fascinado da Cerimônia de Premiação do XXV Concurso de Poesia da ALAP, realizada no dia 08 de dezembro de 2014, segunda-feira, às 16 horas, no auditório da FALB/FALARJ, na Lapa, centro do Rio de Janeiro/RJ.
Boa Leitura e Arte Sempre, amigos leitores!

Permissão

Permitam-me aflorar meus sentimentos
Permitam-me expressar coisas da alma
Permitam-me falar neste exato momento
Qualquer coisa que acalenta e acalma

Pisar descalço na grama macia e molhada
Em cima da árvore comer o fruto bem maduro
Ouvir a orquestra de pássaros na alvorada
Depois de ter curtido da noite o seu escuro

Correr nas matas como outrora se fazia
Sentir a chuva molhando o nosso rosto
Soltar pipa logo quando vem a ventania
E degustar da boa comida o seu gosto

Se eu pudesse em todos os meus dias
Apreciar as coisas mais simples e belas
Então, a todo prontamente eu diria
Que na simplicidade a alma se revela

Permitam-me viver em boa sintonia
Com o universo natural que nos criou
Que espero conseguir com esta poesia
Servir de exemplo por aquilo que eu sou

Permitam-me excluir a soberba da vida
Abraçar a simplicidade como companheira
Encontrar nas pequenas coisas a contrapartida
Pra viver, então, uma vida verdadeira.
Genaldo Lial da Silva (Medalha de Ouro – Categoria Adulto)

Vídeo: Genaldo Lial brilha na Cerimônia de Premiação do XXV Concurso de Poesia da ALAP




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