terça-feira, 1 de julho de 2014

Cem Poemetos de Solidão: Poemeto LXIX

LXIX

Nunca parei de escrever, assustado leitor. É que, de tanto descrever o impossível, cheguei à maturidade máxima: minhas mais recentes obras literárias são lançadas no fantástico invisível. Não encontrei mais nenhuma fonte legível pra escrever o meu inescristo mais rico, nem lente imaginária que pudesse entender o meu indefinível amadurecido.


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