quarta-feira, 7 de maio de 2014

Cem Poemetos de Solidão: Poemeto XVII

XVII


Alquimista da eternidade, sinto-me Dr. Jekyll em Mister Hyde. Por dentro a inocência do infinito, incorruptível; por fora o monstro efêmero que destrói toda a fábula de permanência com uma olhada pelo espelho da verdade. Nenhum invento meu cura-me a neve em meus cabelos, a velhice que floresceu em meus jardins de eternidade...


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