segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Solidões musicais compartilhadas: Fael Campos e banda relembram "Não pare de lutar", mais uma composição de Adriano Gonçalves (in memoriam)

Esse tem sido um ano difícil – temos suportado muitas provações e conhecido grandes perdas. Alguém que nunca deixa de ser lembrado nos saraus, rodas de conversa, etc é o artistamigo Adriano Gonçalves, músico e grande compositor que influenciou uma galera imensa de artistamigos do eixo musical mais underground de Valença/RJ. Não, não vou enaltecer sua decisão, sua dis-solução; o modo como ele resolveu apressar sua partida talvez seja a única coisa que machuca sua imagem de artista incansável e por isso não deve servir de exemplo pra mim, nem deve ser aceito. Prefiro ficar com as composições dele que vão aparecendo nas vozes dos artistamigos.
Hoje trago, para rememorar seu talento, a sua letra de canção “Não pare de lutar”, recentemente interpretada ao vivo por Fael Campos e banda (José Ricardo no violão, João Maia no baixo e Fabiano Garcia na bateria) no Pesqueiro do Vitinho, em Cambota, Valença/RJ.
Porra, Dri, por que você não seguiu o conselho do refrão de sua própria canção?

Não pare de lutar

Não desista, não pare de lutar
Se a batalha perder, não se renda
Não desista, não pare de lutar
Se a batalha perder, não se renda

Fugir às vezes necessário é
Pra não colher os frutos que plantou
Tem que ser forte pra poder correr
Já que aqui não temos asas pra poder voar
Já que aqui não temos asas pra poder voar

Não desista, não pare de lutar
Se a batalha perder, não se renda
Não desista, não pare de lutar
Se a batalha perder, não se renda

Atravessar o deserto em busca de paz
Atravessar o deserto em busca de alguém pra confiar
Atravessar o deserto em busca de paz
Atravessar o deserto em busca de alguém pra confiar

Não desista, não pare de lutar
Se a batalha perder, não se renda
Não desista, não pare de lutar
Se a batalha perder, não se renda

Filhos da terra, do fogo, da água, do ar
Filhos da terra do grande deus Jah
Frutos na terra que vão germinar
Darão sementes que vão continuar

Não desista, não pare de lutar
Se a batalha perder, não se renda
Não desista, não pare de lutar
Se a batalha perder, não se renda


E aqui mais um vídeo deixado por Adriano Gonçalves na webcam de José Ricardo Maia - Dri dedilha uma canção instrumental:

video

sábado, 19 de outubro de 2013

Momento rock-lírico: Intervenção Poética do Sarau Solidões Coletivas no Pesqueiro do Vitinho

Olá, amigos leitores! Enquanto me recupero de uma incômoda infecção intestinal que colocou minha vida e rotina de cabeça pra baixo e me afastou de eventos culturais planejados para esse fim de semana, me resta relembrar bons momentos da semana anterior (meu tio João Gomes já me dizia: antes de lamentar os obstáculos que dificultam seu caminho hoje, olhe pra trás e observe o quanto já avançou até o momento). Na sexta-feira, dia 11 de outubro, no intervalo do fodástico show de Rafael Campos e sua banda no Pesqueiro do Vitinho, em Cambota, Valença/RJ, fiz, junto a músicos amigos, uma intervenção poética, representando o Sarau Solidões Coletivas. 
A receptividade do público foi excelente e, apesar de os músicos e eu não termos ensaiado nada antes, rolou uma química lírico-musical fodástica na hora da intervenção poética; como diria a poetamiga Janaína da Cunha, "tudo de improviso, mas como se estivesse muito bem ensaiado". Declamei dois poemas de minha autoria, o mantra grunge "Retorne de onde estiver" e a embriagada "Primeiro Engradado - Prelúdio de Embriaguez (Rimo Festivo)" (não declamava esse poema desde o primeiro Sarau Solidões Coletivas In Bar, há mais de um ano atrás) e fui acompanhado por Rodela (atualmente residente em Petrópolis/RJ; há mais de 3 anos que não via esse cara por Valença) no violão, João Maia no baixo e Helair Gustavo na bateria. Enquanto eu declamava, os músicos rolavam versões instrumentais de canções de Nirvana e do Metallica. Rock-lírico-fodástico!
Espero que vocês curtam essa brincadeira poética que realizamos às vésperas do Dia das Crianças, amigos leitores! 


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O "Anjo Caído" voltou a voar!

Hoje trago de volta ao blog o clipoema "Anjo caído", versão minimalista-expressionista-experimental-abstrata do poema homônimo, publicado em meu quarto livro "O último adeus (ou O primeiro pra sempre)". E por que este retorno de um clipoema já publicado anteriormente no blog? É porque trago boas notícias sobre ele: o clipoema citado foi selecionado para II Mostra Londrix de Vídeo Poema, do Festival Literário de Londrina! E, com a sua ajuda, o "Anjo caído" pode voltar a voar: com seu voto, o meu clipoema pode tornar-se vencedor da categoria Vídeo Poema. Entre no link http://www.jornaldelondrina.com.br/concursos/londrix/, cadastre-se, vote à vontade e ajude o poeta que vos fala a conquistar mais esse voo!




quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Poesia psicodélica nas proximidades do Coreto: Bebendo Beatles e Silêncios na FLIVA

Outro momento que marcou minha história na I FLIVA - Feira Literária de Valença/RJ foi o lançamento de meu sétimo livro "Bebendo Beatles e Silêncios - George Harrison e eu num Bar de Shangri-La". 


O evento aconteceu na tarde de domingo, dia 06 de outubro, no Jardim de Cima, no centro de Valença/RJ, e contou com performance do Grupo Teatral Amor e Arte, dirigido por Cadu Souza, apresentação do livro feita pelo Mestre Alexandre Fonseca (também conhecido como "O Homem do Cachimbo", "O Discípulo Desbundado de Shiva" e "O Beatle do Contra - aquele que já ousou esnobar Paul e Harrison"), o músico Ivan Maia acordando o Jardim de Cima para os hits maravilhosos de George Harrison, a parceria poética de improviso da sempre fodástica poetamiga Janaína da Cunha e o músico José Ricardo Maia, prestando homenagem a George Harrison e Adriano Gonçalves. A apresentação dos artistas foi realizada nas proximidades do Coreto do Jardim de Cima e contou com um ótimo público. O lançamento deste livro faz parte do tributo ao fodástico beatle George Harrison e a todos os fãs beatlemaníacos.
E a vida, a música e a poesia seguem de mãos dadas em harmônicos acordes, apesar das trevas barulhentas! Arte Sempre, amigos leitores!




 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Sarau Solidões Coletivas na FLIVA: Com muito amor (e um pouquinho de ódio)

Sei que ando meio sumido aqui do blog, amigos leitores, mas o fato aconteceu por bons motivos: o Sarau Solidões Coletivas e eu vivemos períodos de intensas apresentações - o Sarau, com diversas edições especiais em Valença/RJ e eu, com o lançamento de meu sétimo livro "Bebendo Beatles e Silêncios".
Pra comprovar esse período frenético de eventos, trago ao blog a partir de hoje os vídeos de nossas últimas apresentações. Começo com os vídeos do Sarau Solidões Coletivas na histórica e fodástica I FLIVA - Feira Literária de Valença. O evento aconteceu na noite de sábado, dia 05 de outubro, no palco principal da FLIVA, no Jardim de Cima, e teve como tema "De Camões a Renato Russo: Como é que se diz eu te amo - As Solidões Coletivas da Palavra Amor", em homenagem ao mais-que-fodástico filme "Eu te amo, Renato", do cineasta valenciano Fabiano Cafure.
Com um público animado, o Sarau Solidões Coletivas Especial encheu a FLIVA de lirismo, muito amor e um pouquinho de ódio (que é o oposto direto do amor, mas que fora estimulado pelo poema de Raquel Johns, declamado por Juliana Guida Maia, e pelo grande atraso da programação e corte brusco da nossa apresentação - estes dois últimos fatos foram os únicos aspectos negativos da organização do evento que geraram certo mal estar nos participantes do Sarau, fatos estes que - espera-se - sejam evitados em edições posteriores, tendo ou não o Sarau Solidões Coletivas, afinal não desejamos esse mal a nenhum outro grupo artístico sério). Seja como for, o Sarau e a FLIVA foram um sucesso e o Amor ganhou sua posição lírica de protagonista do evento que marca uma nova histórica para Valença/RJ, a nossa tão querida Princesinha da Serra.
Arte sempre, amigos leitores!





  

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Meu poema brasileiro cheio de passione: Confissões de Martinho Alighieri para a morena Iracema

Yeah, amigos leitores, trago boas novas! Mais um poema de minha autoria foi premiado: o inédito “Confissões de Martinho Alighieri para a morena Iracema”, um tributo aos imigrantes italianos, recebeu segundo lugar no Concurso de Poesias Serra Serata – 2013, Categoria Outras Cidades, em Petrópolis/RJ.
Há tempos, desde minhas aulas iniciais de Cultura Italiana com Professor Savastano em Valença/RJ que tinha prometido pra mim mesmo e para professor que eu faria um poema em homenagem aos milhares de imigrantes italianos que enriquecem a cultura de nossa múltipla região brasileira. Mal comecei o curso e tive que interrompê-lo pra, na época, trabalhar como professor em Teresópolis/RJ. Deixei o curso, mas a promessa ficou em minha memória.
Quase 10 anos depois, quando vi o regulamento do Concurso de Poesias Serra Serata, com o tema ‘Passione’, achei uma oportunidade para cumprir a promessa que fiz ao Professor Savastano. Para essa tarefa poética, modifiquei até meu estilo, buscando uma forma mais clássica, contraposto com minhas formas modernistas, com versos metrificados (cada verso possui 7 sílabas poéticas), linguagem padrão (evitei a informalidade usual de diversos outros poemas meus) e uso de algumas rimas internas e, principalmente, externas para o ritmo do poema. Associei meu eu lírico, o imigrante italiano enamorado com a nova terra, ao personagem Martinho extasiado com a musa Iracema, do célebre romance “Iracema” de José de Alencar. Devido às dificuldades de viagem dos primeiros italianos para nossa terra, acabei associando o meu eu lírico com o protagonista da obra épica “A Divina Comédia”, do poeta italiano Dante Alighieri, que passa pelo Inferno até o Paraíso para encontrar sua amada Beatriz.
Que o Brasil mantenha essa semente intensa de passione que os corajosos imigrantes italianos tão amorosamente plantaram em nossas terras, amigos leitores!        

Confissões de Martinho Alighieri para a morena Iracema

Exposto a insalubres ares,
Dentro de escuro navio,
Atravessei verdes mares
Pra me aproximar de ti
E ter teus seios gentis
Sempre firmes em meu peito.

Perto de ti, ó Brasil,
Longe das cinzas vorazes,
Toco sonata sutil
No balanço do pandeiro;
Oferto o amor mais febril,
Minha paixão mais anil
Pra te pintar do meu jeito!

Com a tinta mais feliz,
Nua de cores hostis,
Acalmar-me-ei em teu leito
E pintar-te-ei Beatriz,
Meu paraíso perfeito!


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Sarau Solidões Coletivas In Bar 17: Da Tropicália às Flores Espancadas

Yeah, amigos leitores, estou de volta! Após um breve hiato de postagens (me desculpem, mas tenho me envolvido com tanto evento cultural no universo real-artístico que fiquei um bagaço pro ambiente virtual-artístico), finalmente (já ouço os coros de aleluias) posto os vídeos do "Sarau Solidões Coletivas In Bar 17: Da Tropicália de Tom Zé, Gil e Caetano às Flores Espancadas de Geraldo Vandré", que aconteceu na noite de 14 de setembro de 2013, no Mineiru's Bar e Restaurante (o último que aconteceu lá, pois, como segue a maldição do sarau, o estabelecimento comercial fechou, apesar do movimento intenso que conseguimos em todos os eventos - o problema que somos mensais e os rendimentos de um local precisam ser diários rs), no Jardim de Cima, no Centro de Valença/RJ.
Desta vez, seguimos o tema sugerido por Cíbila Farani e homenageamos alguns dos movimentos da década de 1960: a Tropicália e as Canções de Protesto. O evento contou com muitas estreias e surpresas (Rafael Duret, poema de Camila de Souza, Jessica Jess na declamação, Davi Barros pela primeira vez declamando, Marcia Couto, a cantora Glenda Salles, entre tantos outros) e também com a presença intensa dos veteranos do Sarau Solidões Coletivas (Ronaldo Brechane, Juliana Guida Maia, José Ricardo Maia, Alexandre Fonseca, Gilson Gabriel, Raquel Freire, Zé Pinheiro, Patricia Correia, Wagner Monteiro, Luana Cavalera, Raquel Leal, Karina Silva, Gabriel Carvalho e Emanuel Coelho (que formam o Acoustic Project), entre outros).
Que as Tropicálias e as Canções de Protesto cresçam nos Jardins Valencianos com Flores menos Espancadas, amigos leitores! Arte Sempre!






quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Eu te amo, Renato (Ou a Liberdade de todo Amor)

Não é segredo nenhum que nosso próximo Sarau Solidões Coletivas, com o tema "De Camões a Renato Russo: Como é que se diz eu te amo - As Solidões Coletivas da Palavra Amor”, que acontecerá na I Feira Literária de Valença (FLIVA), no palco principal do evento, no sábado, dia 05 de outubro de 2013, às 21h, no Jardim de Cima, centro de Valença/RJ, é em homenagem ao fodástico filme “Eu te amo, Renato”, do cineasta valenciano Fabiano Cafure. Também não é mistério nenhum perceber o quanto nossas trevas coloridas disfarçam seus preconceitos contra os homossexuais por meio da fé, das fezes e dos Felicianos. Nossa sociedade é tão hipócrita que se declara contra a cura gay, ao mesmo tempo que torce o nariz quando vê pessoas do mesmo sexo se amando em público. Em resumo, nossa sociedade prega o discurso que todos têm o direito de amar livremente, porém, pratica o ‘por favor, caso seu amor seja entre iguais, por obséquio, se ame o mais distante possível’. É aí que entra o filme “Eu te amo, Renato”, clara e belíssima homenagem ao líder da Legião Urbana, eterna em nossos corações e viva em toda a relação que prega a liberdade amorosa. É também aí que entra esse meu novo poema – o primeiro que faço utilizando um eu lírico homossexual. O filme nos deixa um recado: Que nos amemos livremente, sem barreiras, sem medos de termos medo. O meu poema homenageia esse recado do filme (que também existe nas canções de Renato Russo): seja hetero ou homo, o amor do outro também é nosso amor e merece a mesma liberdade que a nossa. Esse poema é pra mim, pra vocês, pra Renato Russo, pra Fabiano Cafure, para todos nós. E quem achar que é frescura minha, que invente os seus próprios poemas, com seus preconceitos bem longe do meu lado.
O amor livre ‘omnia vincit’ (‘sempre vence’), amigos leitores!

Eu te amo, Renato

É por esse sorriso lindo em teu corpo
que nenhuma lágrima se sustenta em meu rosto...
É por esse abrigo gentil em teu coração
que não temo nenhum mudança de estação...
É por esses beijos carinhosos em minhas asas partidas
que rejeito toda eternidade por um instante mortal
em tua vida
(Mesmo se eu falasse a língua dos homens e dos anjos,
sem a liberdade de nosso amor eu nada seria)...

É porque o teu mais do mesmo
é sempre o que eu desejo
pra viver o amor pleno...
É porque perdi meu medo
de ter medo
pra admirar o gosto amargo
de teu corpo, meu espelho,
pois em ti o sal é doce
e por isso te saboreio...
(A Clarice outrora trancada em meu banheiro
foi libertada do preconceito prisioneiro
e agora desfila em meu corpo inteiro
quando encontro teu olhar moreno,
sedento, intenso, hospitaleiro)...

É por este remédio em teus beijos
que não temo o sereno violento
daqueles que febrilmente nos odeiam...
É por este nosso momento quase perfeito
que eu creio num futuro mais ameno,
numa vida sem receios...
É por esta nossa resistência às tempestades
que eu acredito no nascimento
de um novo sol, de novas verdades,
sem vampiros que manipulem nossos tempos,
sem crucifixos que torturem nossos desejos
(Se outros nos partem em mil pedaços,
ressuscito meus escombros em teus abraços)...

É porque eu te amo, Renato,
é porque és eterno em meu peito,
seja em nosso reino particular,
seja em outro ar rarefeito,
eu te amo, Renato,
e sempre te amarei
(seja aqui ou em outro universo qualquer,
a nossa história sempre será assim,
mesmo feridos, nenhuma cicatriz ferirá o nosso final feliz,
seja lá, onde estarás,
seja aqui, dentro de mim)...


Solidões Amorosas Compartilhadas: O guerreiro Aquiles Peleios invoca o Amor Imortal

Sim, amigos leitores, os deuses, semideuses e demais seres das mitologias também amam, às vezes tanto e muitas outras vezes mais intensamente que nós, simples mortais. Inspirado no tema “Amor” do próximo Sarau Solidões Coletivas (que acontecerá no palco principal da Fliva, no sábado, dia 05 de outubro de 2013, às 21h, no Jardim de Cima, centro de Valença/RJ), o misterioso poetamigo que usa o heterônimo de Aquiles Peleios, nome do famoso guerreiro das Ilíadas e Odisséias da mitologia grega, resolveu embarcar em sua viagem lírica mais heróica: a luta lírica pelo amor imortal. O poema abaixo, bastante ritmado e possuidor das virtudes clássicas do equilíbrio da razão e da emoção no conteúdo, é uma prova poética da admirável batalha do poeta guerreiro na busca pelo amor sincero, leve e imortal.
Lutemos sempre pelo Amor, amigos leitores, com as bênçãos líricas do divino poetamigo Aquiles Peleios!

Imortal...

Todo amor sincero é imortal, pois vive
tão pleno do seu jeito.
E todo amor rejeita a si mesmo quando
prisioneiro é feito.

Mas quando se junta ao amor que o amava
Se sentem vivos no mesmo peito.
E por viver do seu jeito não julga, caminha
com passos leves um mundo perfeito.




terça-feira, 1 de outubro de 2013

Com Amor, com Camões e com Renato: Anunciando o Sarau Solidões Coletivas na Fliva!

Há algumas semanas atrás, confirmei e anunciei a participação do Sarau Solidões Coletivas na I Feira Literária de Valença/RJ (FLIVA). O Sarau Solidões Coletivas acontecerá no palco principal da Fliva, no sábado, dia 05 de outubro de 2013, às 21h, no Jardim de Cima, centro de Valença/RJ, com o tema "De Camões a Renato Russo: Como é que se diz eu te amo - As Solidões Coletivas da Palavra Amor".
O vídeo, montado para anunciar esse sarau Solidões Coletivas Especial, traz uma breve retrospectiva, com fotos do evento e contém um trecho da versão musical da banda Aríete para o meu poema "Caixa Postal", trazendo Rafael Motta nos vocais e guitarra, Felipe Duboc na bateria, Daniel no baixo e Gustavo Maiden na guitarra (quem quiser ouvir a canção toda procure o vídeo aqui mesmo nas postagens anteriores ou me procure no soundcloud). 

Não fique esperando o seu amor passar, não perca esse evento!
Arte sempre, amigos leitores! Solidões Coletivas Omnia Vincit!