sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Por falar em Independência de verdade: Sarau Solidões Coletivas In Bar "Belos e malditos no PP"

Setembro começou com um grito antecipado de Independência da Arte Valenciana!

Bar da Néia, Bairro Parque Pentagna, Valença/RJ, dia 01 de setembro de 2012 - Antecipando a Independência do Brasil no Parque Pentagna, o Sarau Solidões Coletivas In Bar realiza uma edição especial do evento, homenageando os "Belos e malditos - O underground e a periferia na arte".
Abaixo seguem os vídeos desse sarau libertário:

Nesta primeira parte, vemos a abertura com Carlos Brunno S. Barbosa declamando "Independência ou Morte", hit da banda Fábrica Brasil; a "Cena underground" com Karina Silva; o "Rap do PP", com Giovanni Nogueira e Mc Remf; a comédia stand-up com Ronaldinho Brechane; a estreia de Rafael S. Barbosa declamando "Benditos sejam os malditos", de Carlos Brunno S. Barbosa; Duarte; Patrícia Correa; Cíbila Farani; Giovanni Nogueira declamando poema interativo com apoio musical de Zé Ricardo (com direito a um trecho de música do Nirvana incidental); Zé Ricardo com nova canção "ainda sem nome".

Nesta segunda parte, vemos a abertura com Carlos Brunno S. Barbosa declamando "Solidão moderna", em parceria com Karina Silva; Gilson Gabriel; Mc Remf com Pequitito e Zé Ricardo nos violões (essa parte do vídeo foi prejudicada, pois o cartão de memória da cãmera ficou cheio bem no meio da apresentação); nova parceria do casal Érick Ramos e Viviane Ramos; Carlos Brunno S, Barbosa declamando poema de Alexsandro Ramos; o "Underground" com Giovanni Nogueira; Ana Rachel Coêlho declamando o poema "Esse ódio", do poetaluno Ivan Esteves, da E. M. Alcino Francisco da Silva, de Teresóplis/RJ; Duarte; Cíbila Farani; Patrícia Correa; Chico Lima; Luciana; Wagner Monteiro mandando poemas próprios e um 'cover' do fodástico Manoel de Barros; Luciana declamando um poemaço de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa; Juliana Guida Maia esbanjando lirismo com um novo velho poema.

Nesta terceira parte, vemos o free style de Mc Wallace Remf com Pequitito (violão) e Giovanni Nogueira (baixo); nova interpretação de Ana Rachel Coêlho em prol da libertação dos corpos; Duarte; Sonia Rachid; Wagner Monteiro; a estréia de Fernandinho no sarau homenageando Zé do Caixão; o tributo punk poético ao Lobotomia com Carloa Brunno S. Barbosa (declamação), Bruno Luís (guitarra) e Giovanni (baixo); Karina Silva e os poemas undergrounds de Giovanni Nogueira.
Nesta quarta parte, temos o show antológico da banda Black Cult, com músicas próprias e covers de Nirvana e Iron Maiden, para delírio dos frequentadores do sarau. Apresentação de Giovanni Nogueira e participação de Carlos Brunno, com a declamação mais heavy lírica de sua vida.
A banda Black Cult é formada por Gabriel (voz), Davi Barros (guitarra), Babi (guitarra), Mauricinho "Throll Cadaver" (baixo) e Uli Hel (bateria).
Nesta quinta e última parte, vemos Carlos Brunno S. Barbosa declamando poemas de Alexsandro Ramos, de Érick Ramos e de sua própria autoria; free style de Mc Wallace Remf acompanhamento de sua avó no pandeiro, Giovanni Nogueira, Babi e Davi Barros mandando ver com a banda prog noise Gadernal; Ronaldinho Brechane com sua infame piada final; Renato sem palavras pra expressar seu poema (rs); e o making of do sarau, filmado por Giovanni Nogueira. 

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