terça-feira, 3 de julho de 2012

Solidões Compartilhadas: A vida é "Mais ou menos", segundo Fael Campos


Compartilho minhas solidões poéticas hoje com o amigo compositor, músico e intérprete valenciano Fael Campos. A trajetória de eventos de lançamentos de meus livros cruza com o início da carreira musical de Fael Campos. Conheci o promissor artista quando ele tocava bateria na banda punk valenciana The Zombiez e, mais tarde, o revi tocando canções próprias – bem diferentes do estilo musical de sua banda anterior- em rodas de violão de amigos no Jardim de Cima em Valença. Cerveja vai, vinho vem, proximidade do lançamento do meu quinto livro “Eu e outras províncias”, em 2008, convidei-o para tocar no lançamento do livro e ele topou. A partir daí, Fael brilhou mais e mais a cada evento do qual participamos: UniVersos Culturais de Valença, em 2009, lançamento do meu sexto livro “Diários de solidão” em Valença, Rio das Flores e Teresópolis, entre 2010 e 2011, Arte Valença, também em 2011, até o “Sarau Solidões Coletivas in Bar”, do qual ele fez parte do grupo a partir do Terceiro Engradado Poético.
Fael Campos, em caricatura
de João Paulo Maia
A composição de Fael Campos que compartilho com os leitores foi criada por ele, inspirada na tour de lançamentos do “Diários de solidão”, histórico que torna essa composição uma obra artística indispensável nas postagens desse blog. O vídeo, postado após a letra da música, foi gravado ao vivo no Open Bar, onde realizamos o Sarau “Solidões Coletivas in Bar 3”. Em tempo: Fael Campos estará comigo no “Solidões Coletivas in Grade do Rock: Balas negras na Fortaleza Poética”, sarau que abrirá o show de lançamento do CD da banda de rock valenciana “The Black Bullets”, no dia 07 de julho, às 17 h, na Grade da Praça da Bandeira, em Valença/RJ. 

Pra quem quiser conhecer mais o trabalho desse grande artista, visite o seu blog (aí vai o link:  http://faelcamposmusica.blogspot.com.br/ ) e o site:  http://faelcamposmusica.wix.com/fael#!bio  ).


Mais ou menos (Fael Campos)


A vida é mais, a vida é menos,
Sempre mais ou menos...
A vida é mais, a vida é menos,
Sempre mais ou menos...

Mais pra mais, porque aprendemos.
Mais pra menos, pois sofremos
Pra entender o que sabemos,
Sem saber por que vivemos.

A vida é mais, a vida é menos,
Sempre mais ou menos...
A vida é mais, a vida é menos,
Sempre mais ou menos...

Sem querer viver aqui,
Sem querer partir,
Sem querer eu sou assim
E vou até o fim
Pois não dá pra não viver,
Você sempre quis saber,
Eu só quero explicar
Que isso vai continuar...

A vida é mais, a vida é menos,
Sempre mais ou menos...
A vida é mais, a vida é menos,
Sempre mais ou menos...

Não seria justo mesmo, não seria o ideal
Eu pagar pelos meus erros como se fosse um animal.
Não seria justo mesmo, não seria o ideal,
Eu morar no céu pra sempre só porque não fiz o mal.

A vida é mais, a vida é menos,
Sempre mais ou menos...
A vida é mais, a vida é menos,
Sempre mais ou menos...



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