quarta-feira, 20 de junho de 2012

Solidões compartilhadas: Os poemas sem palavras de João Paulo Maia

Há artistas que não precisam de palavras para fazerem poemas de imenso lirismo. Este é o caso do sublime amigo artista plástico João Paulo Maia. Após um tempo distante de Valença/RJ (ele passou uma grande temporada na também lírica Campinas/SP), João Paulo Maia retorna à Princesinha da Serra e traz o lirismo de sua arte para a proximidade dos olhos desse poeta fascinado que vos fala.  Fã da citação "A arte satisfaz os perturbados e perturba os satisfeitos", com traços cada vez mais líricos e mais intensos, João Paulo nos apresenta sua visão poética das Solidões Coletivas. Há momentos em que os poetas, tão donos das palavras, carregam em seus textos apenas silêncios fascinados. A arte que motiva esse tipo de silêncio, tão reflexivo e sonhador, se encontra na arte inigualável dos desenhos abaixo. Em tempo: hoje é o dia do aniversário desse grande artista! Parabéns e obrigado, João Paulo Maia, meus olhos agradecem o colírico (neologismo pra colírio de lirismo, cuja fórmula poético-terapêutica só raros e grandes artistas como o desenhista citado conhecem):


 




















(Quem curtiu a arte de João Paulo Maia, aí vai um e-mail de contato 
desse fantástico artista plástico: hidrologo@hotmail.com) 







5 comentários:

  1. Perfeito demais!!!!!!!!!!11

    A família Maia tá dominando o Sarau kkkkkk!

    ResponderExcluir
  2. Curti muito!Admiro quem tem o traço simples e mesmo assim passa o recado!

    ResponderExcluir
  3. Muitíssimo agradecido, Brunno!! Forte abraço!!

    ResponderExcluir
  4. Parabéns João Paulo Maia meu companheiro amigo,você só me enche de orgulho ,você é arte em movimento!

    ResponderExcluir