segunda-feira, 2 de abril de 2012

Solidões compartilhadas: Outros olhos e armadilhas de Diana Paim


Hoje divido minhas solidões poéticas com a promissora cronista teresopolitana Diana Paim pela terceira vez. Trabalhávamos, na sala de aula, homenagens a grandes artistas femininas, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Seguindo a democracia, os alunos do nono ano escolheram a cantora estadunidense Adele e, a partir dessa escolha, optei por Marina Lima, pois ambas passaram por transformações devido a problemas com a voz. De Adele, trabalhamos a canção “Someone like you”, e de Marina Lima, as músicas “Virgem”, “Acontecimentos”, “Pessoa” e “Pra sempre”, observando o estilo de cada uma e suas semelhanças e diferenças. Devido a todas as canções dadas falarem, direta ou indiretamente, de amor, Diana Paim, atualmente numa fase extremamente romântica, produziu e me entregou o texto que posto hoje, inspirado em versos da canção “Virgem” e “Acontecimentos”. O texto, mais uma evidente prova de seu talento, foi o pioneiro nesse processo de releitura das canções das duas cantoras e, devido a ele, propus a toda turma que fizesse um poema ou crônica, inspirado(a) nas canções dadas. Em breve, em outras solidões compartilhadas, os leitores terão a oportunidade de conhecerem outros textos inspirados nas obras-primas de Marina Lima e Adele. Hoje deixo, para o deleite dos olhos dos leitores, o primeiro de várias obras-primas dos alunos escritores do nono ano da E. M. Alcino Francisco da Silva, em Teresópolis/RJ, onde tive o privilégio de realizar esse poético (graças aos grandes talentos que encontrei) projeto:

O amor... o que é o amor?
Será que é mais uma armadilha da vida?
Eu não sei...O que sei é que devemos nos preparar, pois, quando menos esperamos, ele aparece e é a pior dor que podemos sentir se não for correspondido. Mas, ao mesmo tempo, pode ser a maior alegria da vida quando correspondido.
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            Todo amor brilha o quanto dura, mas, quando se acaba, vira um poço sem fundo de angústia.
            Toda amizade é uma alegria e, quando vira amor, às vezes, pode ser um caminho de espinhos e armadilhas. Mas, apesar de todo risco, sempre corremos atrás e nunca desistimos da pessoa amada.

Um comentário:

  1. Sem amor, correspondido ou não, fica uma lacuna a ser preenchida, um grande vazio, como diz o ditado, "Mais vale perder do que nunca ter tido".
    Amar é conhecer uma nova e boa sensação, quanto a ser correspondido, já é uma nova história!
    Abração amigo Carlos!!!

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